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Comentário político causa demissão na BandNews Curitiba

Por Carla Soares Martin, de São Paulo

Gladimir Nascimento, jornalista que implementou a rádio BandNews Curitiba, há três anos, não é, desde quinta (15/01), o diretor de jornalismo da emissora. Nascimento foi demitido, como diz, por “pressão política”.

“No fim do ano, houve uma sessão de madrugada na Assembléia Legislativa do Paraná na qual os deputados, na calada da noite, aprovaram a aposentadoria especial deles e reservaram R$ 17 milhões do orçamento de 2009 para esta aposentadoria”, diz Nascimento. Os deputados receberão uma aposentadoria de R$ 10,2 mil por mês.

Ao saber do assunto, Nascimento, conta, criticou duramente os deputados. E teceu o seguinte comentário: “Elegemos os políticos para serem representantes do povo e eles nos surpreendem como ladrões de galinha”, conta.

Por estas duras críticas, Gladimir Nascimento foi demitido.

Em Curitiba, como é comum a prática por outras emissoras que têm afiliadas em outros Estados, a BandNews arrendou a rádio de um empresário, neste caso Joel Malucelli. Foi Malucelli quem demitiu Nascimento. A BandNews de São Paulo nem ficou sabendo da demissão. “Joel Malucelli (dono da rádio arrendada pela Band News e também de outras empresas no Paraná) me demitiu argumentando pressão política. Ofereceu, em troca, que continuasse na TV Band News, mas decidi deixar o grupo”, conta Gladimir.

A rádio BandNews FM São Paulo enviou nota dizendo que não comenta fatos relativos à administração local de suas afiliadas.

Para o ex-diretor de jornalismo da BandNews, Joel Malucelli teve coragem de lhe relatar a verdade, o porquê de ter sido demitido. “Os comentários que eu fiz são fortes. Se as pessoas não gostam, que me demitam”, disse Nascimento. “Este episódio foi um exercício de liberdade, saber até onde poderia ir, e Joel (Malucelli) foi transparente”.

O empresário não foi encontrado para falar sobre o assunto nesta sexta-feira.

 

Assembléia Legislativa do Paraná não comenta demissão

A assessoria da Assembléia Legislativa do Paraná diz desconhecer a demissão do jornalista. Afirma que os comentários que Nascimento fez foram fortes e informa ainda que “a demissão do referido jornalista é uma questão entre o profissional e a emissora para a qual ele trabalhava”.

 

Fonte: Comunique-se.

 

28 janeiro , 2009 at 12:27 pm Deixe um comentário

Como Obama usará as redes sociais como presidente?

Obama - (Photo by Alex Wong/Getty Images)

O novo presidente norte-americano tem nas mãos a oportunidade de estabelecer um governo eletrônico pleno, onde a colaboração é fundamental. Vamos ver como fará para usar a força de tantos amigos online.

Por Moriael Paiva

Ao longo da história dos Estados Unidos os meios de comunicação têm sido um forte aliado dos políticos que chegaram ao posto de homem mais poderoso do mundo. Franklin Roosevelt utilizou-se do rádio. Nos anos 1930, foi o primeiro presidente a se dirigir regularmente aos cidadãos utilizando-se de um veículo de massa.

Outros governantes que o precederam também tiveram acesso à radiodifusão, mas o democrata percebeu no microfone uma ferramenta de grande influência sobre uma população carente de um contato mais direto com a maior liderança do País.

Valendo-se do domínio de uma linguagem própria do rádio, em seus 12 anos na Casa Branca, Roosevelt superou os momentos de crise e manteve a confiança dos norte-americanos.

Em 1960, John F. Kennedy apostou todas as fichas na televisão para vencer seu então adversário Richard Nixon, nas eleições presidenciais daquele ano. Antes disso, durante os debates transmitidos pelas rádios, o republicano Nixon mantinha vantagem. Mas quando o jovem Kennedy mostrou domínio da nova ferramenta de mídia, o jogo virou. Assim como Roosevelt, ele também foi inovador ao se valer de um veículo de comunicação na construção de sua imagem.

Quase 50 anos depois, Barack Obama surge como o novo líder que vai revolucionar a forma de se comunicar. Na era da internet, o democrata seguiu seus antecessores de partido e já entrou para a história como o primeiro político a utilizar os recursos da web 2.0 em sua plenitude para conquistar o apoio do eleitorado americano e a admiração da população de outros países.

Durante toda sua campanha, o time do então senador por Illinois investiu em várias frentes. Blogs, twitter, Orkut, Linkedin, You Tube foram alguns dos canais explorados por Obama para vencer Hillary Clinton na convenção do Partido Democrata e, na seqüência, ultrapassar John McCain nas eleições realizadas em 4 de novembro.

Como resultado, Obama conquistou um verdadeiro exército de seguidores. Ele somou mais de 13 milhões de endereços de e-mails, dois milhões de participantes do site MyBarackObama.com e cinco milhões de apoiadores em mais de 15 outras redes sociais, incluindo o Facebook, onde 3,2 milhões de usuários manifestaram sua preferência. No Twitter, Obama chegou a ter mais de 160 mil seguidores, sendo o usuário mais acompanhado através do microblogging, sucesso do momento, que tem por base o envio de atualizações a partir de respostas constantes à simples pergunta: “o que você está fazendo?”.

O presidente eleito ainda angariou através da internet mais de meio bilhão de dólares, valor proveniente das 6,5 milhões de contribuições online feitas por um total de 3 milhões de pessoas – boa parte delas investiu dinheiro mais de uma vez para apoiar a campanha, uma média de US$ 80,00 por doação – ao longo dos 21 meses que precederam a vitória de Obama.

O fenômeno na Internet não parou por aí: no total, um bilhão de e-mails com sete mil diferentes tipos de mensagens foram enviados durante a campanha. Já o sistema de mensagens de texto pelo celular criado pelo comitê somou um milhão de assinantes, eleitores que recebiam de cinco a vinte mensagens por mês. De fato, esta foi a primeira grande campanha política que elevou a web ao topo de sua estratégia de marketing.

Desafios

Especialmente nos EUA, o poder da grande mídia sempre foi decisivo para o sucesso de seus governantes. Hollywood inclusive já retratou isso em algumas de suas produções, onde fica claro que a informação pode chegar um “pouquinho” diferente do real, conforme a interpretação de um ou outro.

Com tantos “amigos online” o agora presidente Barack Obama tem a missão de provar que é possível uma conversa direta, já que governa sob os olhares em tempo real de milhões de internautas. Direto de seu gabinete ou em qualquer lugar onde esteja, o democrata poderá se fazer entender à população por meio de todas as redes sociais disponíveis atualmente.

Através desse contato, Obama também poderá medir a avaliação de seu governo, saber o que a população pensa sobre determinado assunto e fazer com que o povo norte-americano pressione o congresso a votar com mais rapidez os projetos propostos por seu governo. Da mesma forma e com igual poder de alcance, a população poderá responder ao governo, mostrar insatisfação e retrucar seus argumentos.

Obama tem nas mãos a oportunidade de estabelecer um governo eletrônico pleno, onde a colaboração é fundamental. Em um momento tão difícil para o país, faz diferença este contato tão próximo e direto com o exército de apoiadores que criou – principalmente para o desafio de corresponder à expectativa gerada em torno de sua eleição histórica. Afinal, em meio à tantas turbulências, somente com ações acertadas e afinadas ao desejo popular será possível trazer de volta a esperança do povo americano. 

 

Fonte: Webinsider

27 janeiro , 2009 at 12:15 pm Deixe um comentário

Sites grandes discutem a influência das mídias sociais

Editores de sites como Abril e Estadão debatem no Campus Party como as publicações de empresas de jornalismo se relacionam com as mídias sociais. E como procuram se adaptar a elas.

Por Alessandra Mazzariolli

O debate “A influência das mídias sociais nas publicações” fez parte da agenda do Campus Party e reuniu Silvia Bassi (IDG), Sandra Carvalho (Editora Abril), Marco Chiaretti (Grupo Estado), Marcelo Gomes (Meio & Mensagem) e Tiago Dória como moderador.

Os profissionais apresentaram visões sobre a internet no papel de editores de publicações e comentaram sobre como as novas mídias estão se conectando com os meios de comunicação de massa.

Na disputa pela atenção do usuário, de certa forma competem com blogs, twitters e wikis, que por sua vez diminuem as distâncias entre o que é noticiado e quem escreve a notícia.

- O que funciona o que não funciona nas novas mídias sociais?, perguntou Tiago Dória aos convidados da mesa.

Segundo Silvia Bassi, da IDG, os meios de comunicação de massa estão experimentando as novas mídias e as agências de publicidade tentam entender todas as mudanças. Os veículos, portanto, devem pensar em “mudar a cabeça dos jornalistas; saber trabalhar com diversas mídias (desde as convencionais até blogs, YouTube, caixinha de papel…) e conseguir estabelecer que informação não é só o que você escreve, mas também como você a organiza”.

Marcelo Gomes, do Meio & Mensagem, por sua vez está “testando as coisas”. Entende que o blog funciona como recurso editorial e convida blogueiros para participar do conteúdo. Para ele o jornalismo colaborativo enriquece a cobertura dos eventos, com relatos próximos aos acontecimentos.

Sandra Carvalho, da Abril, contou que no passado as iniciativas em rede, basicamente fórum, sempre foram consideradas importantes na Info, mas limitadas. Hoje o Orkut mostra o seu tamanho. “O que mudou no jornalismo: ontem o público lia, hoje troca informações. A capacidade de mobilização tornou o jornalismo mais ligado à internet e hoje a forma de trabalho é muito diferente. E os negócios também atuam na internet”.

Para Marco Chiaretti, do Grupo Estado, a audiência funcionou: se 300 mil pessoas lêem o Estadão, oito milhões acessam o portal. Já a relação entre o texto e o leitor estaria em crise; no jornal impresso “supõe-se que o leitor leia todo o texto, mas na internet sabemos que isso não acontece”.

Do ponto de vista financeiro, Chiaretti acredita: “Tem que funcionar. Os publicitários devem se convencer que os anúncios em portais serão maiores do que no papel, mas saber fazer sem prejudicar o jornal tradicional. Ou seja, para os espaços sociais em construção está dando certo. Temos um longo percurso, mas tem que funcionar”.

A conclusão em poucas palavras: o jornalismo tradicional está se adaptando às novas tendências e deseja cada vez mais produzir conteúdo na internet e lidar com a influência das redes sociais. 

Fonte: Webinsider

 

26 janeiro , 2009 at 12:11 pm Deixe um comentário

Poder do Twitter

twitter

As notícias abaixo foram selecionadas do Portal IOL Portugal Diário sobre o Twitter e sua influência no jornalismo. Vale a pena a leitura.

Twitter é o site que mais cresce

Número de utilizadores não pára de crescer

O número de acessos ao Twitter no Reino Unido aumentou quase dez vezes no último ano, revela um estudo da empresa de Hitwise. Segundo estes dados, o site www.twitter.com é o 291º mais visitado pelos utilizadores que acedem do Reino Unido, mas o que regista maior crescimento.

O director da empresa responsável pela pesquisa, adianta que o estudo apenas contabilizou o tráfego de acesso à homepage do Twitter, por isso, o site ainda deverá ser mais popular, já que há muitas pessoas que acedem directamente às suas contas, ou de terceiros, ou usam outras aplicações, como o serviço mobile, o Twitterrific, Twitterfeed ou o Tweetdeck.

Viciante?

Segundo esta pesquisa, há muitas pessoas que consideram o Twitter viciante. O tempo médio de cada utilizador neste serviço era de 10 minutos há um ano atrás, e agora é de meia-hora.

O facto de o site ser utilizado por cada vez mais famosos, desde personalidades do munto do espectáculo, a políticos, jornalistas, etc, ajuda à popularidade desta mistura entre um micro-blog e uma rede social.

A maioria do tráfego do Twitter chega dos EUA, mas o site torna-se cada vez mais popular na Europa.

A crescer está também o Facebook, que foi o segundo site mais visitado por cibernautas britânicos durante o Natal, ultrapassado apenas pelo Google.

Durante a semana do Natal, os sites de relacionamento foram responsáveis por 10 por cento de todas as visitas na Internet inglesa e, nos EUA, só na noite de consoada, o Facebook representou 2 por cento dos acessos.

 

Nova Iorque: o poder da Internet no relato da queda

Nova-iorquino tirou imagem com iPhone desde um dos ferrys que salvou as vítimas e colocou-a no Twitter

 

Nova Iorque: avião aterra no rio Hudson

Segundo o site CNET, a foto suscitou tanto entusiasmo que o TwitPic ficou com os servidores esgotados. O responsável e fundador do site, Noah Everett, considera que o efeito «bola de neve» foi simplesmente imparável, obrigando à aquisição de novos aparelhos.

Janis Krums tinha colocado na sua conta de Twitter, uma hora antes de tirar a foto, uma mensagem a informar que tinha tido um dia em grande e que estava de regresso a casa. Mais tarde, escreveu: «Há um avião no Hudson. Estou no ferry que vai buscar as pessoas. Que loucura».

Este é o regsto mais marcante registado na Internet, mas a nível de imagem é possível visionar vários momentos, que foram colocados imediatamente noutros locais, como o Flickr. Centenas de pessoas que vivem em Nova Iorque assistiram a todas as incidências de muito perto e colocaram as imagens on-line.

Até agora ainda não existe qualquer vídeo ou foto do momento do embate, apenas imagens após o acidente.

 

Onde param os jornalistas? Saiba no Twitter!

Comunidade The Media Is Dying regista quem entra e quem sai nas empresas de media

O mercado de trabalho no mundo da comunicação social é conhecido pela sua volatilidade. Numa época em que as reestruturações, fusões, aberturas e fechos de empresas de media acontecem a um ritmo difícil de acompanhar, o percurso de muitos jornalistas ainda é mais complicado de seguir. Esta foi a razão que levou um profissional do ramo das relações públicas a registar no Twitter estas alterações.

O The Media Is Dying é uma comunidade deste serviço na Internet, que permite colocar em linha pequenas mensagens com até 140 caracteres, onde são registadas as mudanças sobre saídas e contratações que não são noticiados nos media tradicionais.

«Tornou-se impossível acompanhar as mudanças», disse ao jornal The New York Times o fundador do The Media Is Dying, que por razões profissionais preferiu não ser identificado.

Quando foi aberto, este era um serviço acessível apenas a membros seleccionados. O objectivo era manter actualizadas as agendas de contactos dos profissionais das relações públicas. Mas o sucesso da iniciativa levou o seu fundador a torná-lo de acesso público. Passou também a contar com o serviço de sete voluntários, que tentam confirmar as informações que vão recebendo sobre as mudanças nas redacções, para depois as registarem no Twitter. Tudo isto em 140 caracteres de cada vez.

24 janeiro , 2009 at 12:06 pm Deixe um comentário

Ciclo de Vida de Informações

ciclo

Qual informação é útil?
Jacob Feldman *

O crescimento das empresas, o acesso à rede mundial de computadores e as novas tecnologias aumentam cada vez mais a quantidade de dados nas corporações. Muitos desses dados serão consultados apenas nos primeiros dias de vida, mas outros, por legislação ou por necessidade, precisam ser armazenados por mais tempo.

Pesquisas mostram que a maior parte dos dados são utilizados nos primeiros seis meses, depois o número de acessos cai drasticamente e com tendência a zero após um ano de vida do dado. Se esse é o comportamento na maioria das empresas, por que usar mídias de alto custo para armazenar dados que não serão mais utilizados?

O gerenciamento do ciclo de vida da informação tem como principal objetivo racionalizar o uso do hardware e evitar desperdícios. Em outras palavras, aumentar o retorno do investimento e reduzir o custo da operação. Por isso, é necessário hierarquizar essas informações e definir o que deve ser mantido on-line , near-line ou off-line.

Para que um projeto de gerenciamento do ciclo de vida da informação seja bem sucedido é necessário um conjunto de soluções, incluindo hardware e software, além de um elevado volume de serviços, com o objetivo de implementar e dimensionar as soluções adequadas para cada estágio do dado dentro do ciclo de vida das informações corporativas. Estas implementações devem considerar como os dados serão utilizados, protegidos, replicados, armazenados, recuperados e disponibilizados aos usuários.

Acúmulo de dados não significa informação e o acúmulo de informação não representa conhecimento. Por isso, cada vez mais é preciso que as empresas tenham disponíveis informações que facilitem o processo de tomada de decisão, que sejam úteis no dia-a-dia, enquanto as outras – como informações históricas, por exemplo – não precisam estar disponíveis o tempo todo, mas sempre que necessário.

Hoje, o mercado oferece moderníssimas ferramentas que fazem esse gerenciamento, auxiliando as empresas a reduzir em até cem vezes os custos de armazenamento de dados e, da mesma forma, se preocupar apenas com seu core business. Apesar disso, as empresas ainda não atinaram para a importância do gerenciamento do ciclo de vida da informação e continuam acumulando dados em suas redes.

Fonte: http://www.timaster.com.br/

12 janeiro , 2009 at 11:37 am Deixe um comentário

O Futuro da Internet

futuro da internet

Uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life mostra as predições e opiniões de líderes, ativistas e analistas com relação ao futuro da web, tomando como ponto-chave o provável cenário tecnológico mundial em 2020:

 

Eles acreditam que:

- o telefone móvel (celular) irá ser a principal ferramenta de conexão à internet para a maioria das pessoas no mundo;

- a transparência das pessoas e organizações irá aumentar, mas que isso não significa que haverá na mesma proporção maior integridade pessoal, tolerância social ou perdão entre as pessoas;

- o reconhecimento de voz irá reforçar a lei de propriedade intelectual, mas que os direitos autorais continuarão em pé de guerra com a constante ameaça daqueles que, devido às facilidades tecnológicas, irão copiar e compartilhar conteúdos sem pagar por eles;

- a divisão entre hora de lazer e de trabalho e entre tempo físico e virtual será apagada para todos aqueles que estão conectados e os resultados disso terão grande impacto nas relações sociais.

- essa mudança nas relações sociais (networking) irá, por conseqüência, melhorar a arquitetura da internet atual;

Fonte: Pew Internet

 

adicionar

 

Para ler o original (em inglês), clique aqui

Pesquisa Completa (em PDF), clique aqui 

 

8 janeiro , 2009 at 11:19 am Deixe um comentário

Internet Supera Jornal Como Fonte de Notícias*

Pergunta: De onde você obtém a maioria das suas notícias nacionais e internacionais?

gráfico

Resultados (referente 2008): 70% Televisão/ 40% Internet/ 35% Jornal

A internet, que emergiu em 2008 como a fonte líder para notícias da Campanha Eleitoral Norte-Americana, ultrapassou agora todas as outras mídias, com exceção da televisão como principal fonte de informações para notícias nacionais e internacionais, de acordo com o Pew – Centro de Pesquisas para Pessoas e Imprensa.

Atualmente, 40% dizem que obtém a maioria de suas notícias sobre assuntos nacionais e internacionais da internet. Isso representou um aumento de 16 % com relação ao ano anterior, quando este índice estava ainda atrás do jornal (vide quadro acima). Televisão continua a ser citada mais freqüentemente como a principal fonte de informações nacionais e internacionais com 70%.

Fonte: PEW RESEARCH CENTER FOR THE PEOPLE & THE PRESS

*(traduzido livremente com algumas adaptações)

 

7 janeiro , 2009 at 11:15 am Deixe um comentário

TV de Primeira: o novo slogan da Record

Emissora coloca nova frase na assinatura de toda a sua comunicação e lança campanha institucional para comemorar aniversário e reforçar a importância de seus colaboradores na construção de sua história

Continue Lendo 30 setembro , 2008 at 5:07 pm Deixe um comentário

Revistas mensais ganham leitores

Circulação média dos 50 maiores títulos cresceu 5% no primeiro semestre

Continue Lendo 30 setembro , 2008 at 4:52 pm Deixe um comentário


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