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Sites grandes discutem a influência das mídias sociais

Editores de sites como Abril e Estadão debatem no Campus Party como as publicações de empresas de jornalismo se relacionam com as mídias sociais. E como procuram se adaptar a elas.
Por Alessandra Mazzariolli
O debate “A influência das mídias sociais nas publicações” fez parte da agenda do Campus Party e reuniu Silvia Bassi (IDG), Sandra Carvalho (Editora Abril), Marco Chiaretti (Grupo Estado), Marcelo Gomes (Meio & Mensagem) e Tiago Dória como moderador.
Os profissionais apresentaram visões sobre a internet no papel de editores de publicações e comentaram sobre como as novas mídias estão se conectando com os meios de comunicação de massa.
Na disputa pela atenção do usuário, de certa forma competem com blogs, twitters e wikis, que por sua vez diminuem as distâncias entre o que é noticiado e quem escreve a notícia.
- O que funciona o que não funciona nas novas mídias sociais?, perguntou Tiago Dória aos convidados da mesa.
Segundo Silvia Bassi, da IDG, os meios de comunicação de massa estão experimentando as novas mídias e as agências de publicidade tentam entender todas as mudanças. Os veículos, portanto, devem pensar em “mudar a cabeça dos jornalistas; saber trabalhar com diversas mídias (desde as convencionais até blogs, YouTube, caixinha de papel…) e conseguir estabelecer que informação não é só o que você escreve, mas também como você a organiza”.
Marcelo Gomes, do Meio & Mensagem, por sua vez está “testando as coisas”. Entende que o blog funciona como recurso editorial e convida blogueiros para participar do conteúdo. Para ele o jornalismo colaborativo enriquece a cobertura dos eventos, com relatos próximos aos acontecimentos.
Sandra Carvalho, da Abril, contou que no passado as iniciativas em rede, basicamente fórum, sempre foram consideradas importantes na Info, mas limitadas. Hoje o Orkut mostra o seu tamanho. “O que mudou no jornalismo: ontem o público lia, hoje troca informações. A capacidade de mobilização tornou o jornalismo mais ligado à internet e hoje a forma de trabalho é muito diferente. E os negócios também atuam na internet”.
Para Marco Chiaretti, do Grupo Estado, a audiência funcionou: se 300 mil pessoas lêem o Estadão, oito milhões acessam o portal. Já a relação entre o texto e o leitor estaria em crise; no jornal impresso “supõe-se que o leitor leia todo o texto, mas na internet sabemos que isso não acontece”.
Do ponto de vista financeiro, Chiaretti acredita: “Tem que funcionar. Os publicitários devem se convencer que os anúncios em portais serão maiores do que no papel, mas saber fazer sem prejudicar o jornal tradicional. Ou seja, para os espaços sociais em construção está dando certo. Temos um longo percurso, mas tem que funcionar”.
A conclusão em poucas palavras: o jornalismo tradicional está se adaptando às novas tendências e deseja cada vez mais produzir conteúdo na internet e lidar com a influência das redes sociais.
Fonte: Webinsider
Poder do Twitter

As notícias abaixo foram selecionadas do Portal IOL Portugal Diário sobre o Twitter e sua influência no jornalismo. Vale a pena a leitura.
Twitter é o site que mais cresce
Número de utilizadores não pára de crescer
O número de acessos ao Twitter no Reino Unido aumentou quase dez vezes no último ano, revela um estudo da empresa de Hitwise. Segundo estes dados, o site www.twitter.com é o 291º mais visitado pelos utilizadores que acedem do Reino Unido, mas o que regista maior crescimento.
O director da empresa responsável pela pesquisa, adianta que o estudo apenas contabilizou o tráfego de acesso à homepage do Twitter, por isso, o site ainda deverá ser mais popular, já que há muitas pessoas que acedem directamente às suas contas, ou de terceiros, ou usam outras aplicações, como o serviço mobile, o Twitterrific, Twitterfeed ou o Tweetdeck.
Viciante?
Segundo esta pesquisa, há muitas pessoas que consideram o Twitter viciante. O tempo médio de cada utilizador neste serviço era de 10 minutos há um ano atrás, e agora é de meia-hora.
O facto de o site ser utilizado por cada vez mais famosos, desde personalidades do munto do espectáculo, a políticos, jornalistas, etc, ajuda à popularidade desta mistura entre um micro-blog e uma rede social.
A maioria do tráfego do Twitter chega dos EUA, mas o site torna-se cada vez mais popular na Europa.
A crescer está também o Facebook, que foi o segundo site mais visitado por cibernautas britânicos durante o Natal, ultrapassado apenas pelo Google.
Durante a semana do Natal, os sites de relacionamento foram responsáveis por 10 por cento de todas as visitas na Internet inglesa e, nos EUA, só na noite de consoada, o Facebook representou 2 por cento dos acessos.
Nova Iorque: o poder da Internet no relato da queda
Nova-iorquino tirou imagem com iPhone desde um dos ferrys que salvou as vítimas e colocou-a no Twitter
Nova Iorque: avião aterra no rio Hudson
Segundo o site CNET, a foto suscitou tanto entusiasmo que o TwitPic ficou com os servidores esgotados. O responsável e fundador do site, Noah Everett, considera que o efeito «bola de neve» foi simplesmente imparável, obrigando à aquisição de novos aparelhos.
Janis Krums tinha colocado na sua conta de Twitter, uma hora antes de tirar a foto, uma mensagem a informar que tinha tido um dia em grande e que estava de regresso a casa. Mais tarde, escreveu: «Há um avião no Hudson. Estou no ferry que vai buscar as pessoas. Que loucura».
Este é o regsto mais marcante registado na Internet, mas a nível de imagem é possível visionar vários momentos, que foram colocados imediatamente noutros locais, como o Flickr. Centenas de pessoas que vivem em Nova Iorque assistiram a todas as incidências de muito perto e colocaram as imagens on-line.
Até agora ainda não existe qualquer vídeo ou foto do momento do embate, apenas imagens após o acidente.
Onde param os jornalistas? Saiba no Twitter!
Comunidade The Media Is Dying regista quem entra e quem sai nas empresas de media
O mercado de trabalho no mundo da comunicação social é conhecido pela sua volatilidade. Numa época em que as reestruturações, fusões, aberturas e fechos de empresas de media acontecem a um ritmo difícil de acompanhar, o percurso de muitos jornalistas ainda é mais complicado de seguir. Esta foi a razão que levou um profissional do ramo das relações públicas a registar no Twitter estas alterações.
O The Media Is Dying é uma comunidade deste serviço na Internet, que permite colocar em linha pequenas mensagens com até 140 caracteres, onde são registadas as mudanças sobre saídas e contratações que não são noticiados nos media tradicionais.
«Tornou-se impossível acompanhar as mudanças», disse ao jornal The New York Times o fundador do The Media Is Dying, que por razões profissionais preferiu não ser identificado.
Quando foi aberto, este era um serviço acessível apenas a membros seleccionados. O objectivo era manter actualizadas as agendas de contactos dos profissionais das relações públicas. Mas o sucesso da iniciativa levou o seu fundador a torná-lo de acesso público. Passou também a contar com o serviço de sete voluntários, que tentam confirmar as informações que vão recebendo sobre as mudanças nas redacções, para depois as registarem no Twitter. Tudo isto em 140 caracteres de cada vez.
O Futuro da Internet

Uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life mostra as predições e opiniões de líderes, ativistas e analistas com relação ao futuro da web, tomando como ponto-chave o provável cenário tecnológico mundial em 2020:
Eles acreditam que:
- o telefone móvel (celular) irá ser a principal ferramenta de conexão à internet para a maioria das pessoas no mundo;
- a transparência das pessoas e organizações irá aumentar, mas que isso não significa que haverá na mesma proporção maior integridade pessoal, tolerância social ou perdão entre as pessoas;
- o reconhecimento de voz irá reforçar a lei de propriedade intelectual, mas que os direitos autorais continuarão em pé de guerra com a constante ameaça daqueles que, devido às facilidades tecnológicas, irão copiar e compartilhar conteúdos sem pagar por eles;
- a divisão entre hora de lazer e de trabalho e entre tempo físico e virtual será apagada para todos aqueles que estão conectados e os resultados disso terão grande impacto nas relações sociais.
- essa mudança nas relações sociais (networking) irá, por conseqüência, melhorar a arquitetura da internet atual;
Fonte: Pew Internet

Para ler o original (em inglês), clique aqui
Pesquisa Completa (em PDF), clique aqui
Empresas de tecnologia não escapam da crise econômica internacional

A crise financeira que abalou os mercados mundiais tem causado reflexos na indústria de tecnologia. A expectativa das empresas é de redução de vendas tanto de software quanto de hardware.
O Citigroup diminuiu as estimativas de receita e lucro por ação para o segundo semestre de 2008 e para os próximos dois anos de empresas como Dell, HP e IBM.
Ao longo da semana passada, a Apple perdeu 16,3% de seu valor de mercado. Já as ações da Intel e do Yahoo! desceram ao mesmo nível de 2003, uma queda recorde.
O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, admitiu que a companhia, assim como todas as outras, está vulnerável à crise. Investidores do Yahoo! pediram a retomada das negociações com a empresa de Redmond (EUA).
Segundo a companhia de segurança Secure Computing, a crise tem sido usada ainda como isca de e-mails com códigos maliciosos.
No Brasil
O dólar em alta no Brasil fez com que os fabricantes nacionais já comecem a divulgar novas tabelas de preços dos equipamentos. A retração do crédito deve prejudicar as vendas de computadores no país.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Manaus, a Sony e a CCE demitiram na semana passada 600 pessoas na Zona Franca de Manaus. Procuradas pelo site IDG Now!, as empresas negaram que as demissões tenham sido conseqüências diretas da crise.
Notebook feito de bambu?
Em 2009 será lançado no Brasil um notebook revestido de bambu, fabricado pela Asus, tendo como principal definição a de “equipamento verde”.
Integrante do Asus Série Bambu (ou Asus EcoBook), o notebook terá duas versões: uma com tela de 12,1 polegadas, pesando 1,57 kg e a outra com 11,1 polegadas e peso de 1,25 kg.
Mais informações, clique aqui.


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